segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Bitcoin: Comerciantes apostam na expansão de moeda virtual no Brasil

Ola! Segue uma boa matéria de 11-01-2016, sobre a aceitação e valorização do Bitcoin para 2016:  
O ano de 2015 foi movimentado para o Bitcoin.Criado há seis anos, a moeda digital, que chegou a ultrapassar os US$ 1.000 por unidade em seu auge, no fim de 2013, começou o ano passado vendida a US$ 178; uma perda de mais de 80% de seu valor.

Um dos empenhados nesse objetivo é Michael Dunworth, presidente-executivo da Snapcard, uma start-up com sede em São Francisco (EUA) cujo lema é tornar o Bitcoin fácil para todos. A empresa começou a operar em território brasileiro em setembro, em parceria com a Pagpop, especializada em pagamentos por meio de smartphones e tablets.
Em razão dos contratos que a Pagpop já possuía, a entrada da Snapcard no país elevou, de um dia para o outro, o número de comerciantes que aceitam a moeda digital: de 150 para 15 mil. Agora, diz a start-up norte-americana, é possível comprar móveis, roupas e eletroeletrônicos, por exemplo, com o Bitcoin. Para este ano, a meta é que sejam 100 mil negócios. A empresa quer atrair 500 mil usuários brasileiros até o fim de 2016 para sua carteira móvel, um dispositivo para gerir seus Bitcoins.

A Mineração de Bitcoin em Nuvem MAIS ACESSÍVEL!
Para se cadastrar na HashOcean, informe seu e-mail (de preferencia gmail) ela enviará sua senha, depois pegue ela e acesse o site, vá em "Settings", informe seu endereço Bitcoin, em seguida já pode depositar algum valor a partir de 6$ e a mineração já começa.
Os Pagamentos podem ser diários ou acumulativos - você escolhe.

Queremos começar com os comerciantes, para implementar primeiro a infraestrutura. Assim, quando os usuários vierem, poderão usar o Bitcoin o quanto quiserem, diz Dunworth.Para ele, a maior vantagem para os negócios é a taxa menor cobrada sobre as transações com Bitcoin, se comparadas às que devem ser pagas às empresas de cartões.

Se o meu cliente está usando Bitcoin, eu vou receber na hora e pagar só 0,5% do valor como taxa. Comparando isso com os cartões de crédito, você economiza muito, diz Dunworth. Essa economia permite, também, que o lojista possa dar descontos ao cliente que paga com a moeda digital, afirma.

SEM FRONTEIRA
O interesse pessoal pelo Bitcoin e seu potencial como moeda sem fronteira, além dos benefícios financeiros, levaram Adolfo Delorenzo, proprietário da The Brownie Shop, em São Paulo, a adotar a novidade como meio de pagamento em sua loja.
"O custo de utilizar o Bitcoin é muito baixo. Enquanto eu pago de 3% a 7% de taxa em outros meios de pagamento, no Bitcoin as transações custam centavos", diz. Hoje, ele faz vendas na moeda semanalmente.
Delorenzo, que criou um aplicativo próprio para utilizar o dinheiro digital, acredita que iniciativas como a sua, que promovem o Bitcoin e suas vantagens, serão essenciais para fazer a moeda ganhar espaço no país.

Na Fiap (Faculdade de Informática e Administração Paulista), uma parceria com a Pagcoin, empresa de pagamentos eletrônicos, permite que os interessados nos cursos de curta duração Shift, sobre tecnologia, inovação e negócios, façam suas inscrições usando a moeda digital.Para ter maior adesão, a faculdade oferece 10% de desconto a alunos que pagarem com Bitcoin.

A iniciativa parte da premissa de que a Fiap é focada em tecnologia. Estamos sempre atrás de novidades nessa área e buscamos testá-las antes que ganhem espaço no mercado, diz o professor Leandro Rubim.
Mas, embora as possibilidades de pagamento com o Bitcoin estejam se expandindo no Brasil, a moeda digital ainda atrai, basicamente, aqueles que já se interessam por tecnologia e inovação."O Bitcoin como meio de pagamento ainda é muito incipiente, diz Michael Viriato, professor de finanças do Insper. Um médico que sai anunciando que agora aceita a moeda está fazendo isso como forma de propaganda. Mas quantas pessoas vão realmente pagá-lo assim?".
Rodrigo Batista, presidente-executivo do Mercado Bitcoin, site de compra e venda de moedas digitais, admite que o uso ainda é restrito ao público ligado à tecnologia. Cabe a nós tornar esse meio de pagamento mais fácil, de forma a atrair mais gente, diz Batista, cuja meta é chegar a 250 mil usuários no site até o fim deste ano, hoje, são 100 mil.

Ele aponta, no entanto, que está crescendo o número de prestadores de serviços que estão recorrendo ao Bitcoin para receber por trabalhos executados no exterior. Para essas pessoas, é mais barato e garantido receber com Bitcoin. E você tem certeza do recebimento?

FONTE:
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/01/1727993-comerciantes-apostam-na-expansao-do-bitcoin-no-brasil.shtml

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